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terça-feira, 21 de junho de 2016 Bastidores | 12:44

A política de Tite na CBF

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Conheço Tite há 21 anos e fiz várias entrevistas com ele, no início do seu trabalho como técnico, em 1995.

Ali, já víamos um profissional obcecado pelo conhecimento e crescimento na carreira.

Sua chegada à Seleção Brasileira é um merecimento pela trajetória e profissionalismo. Literalmente, é a bola da vez.

No entanto, me surpreendeu sua presença entre Marco Polo Del Nero e Cel. Nunes, dois “políticos” profissionais no comando da CBF, entidade que pensa em tudo, menos no crescimento do futebol brasileiro.

Tite assinou um manifesto pedindo a renúncia de Del Nero, em dezembro, e seis meses depois abraçou o cidadão.

Realmente, uma mudança radical de pensamento e postura perante a chance de realizar um sonho.

Respondeu todas as perguntas, mas foi extremamente cauteloso e político para não criticar seu novo comandante.

Acho que Tite levará o Brasil à Copa do Mundo 2018, mas sua figura ligada à Del Nero e o nefasto grupo que dirige a CBF, ficará marcada para sempre. Ganhando ou perdendo. Uma pena.

 

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